sábado, 28 de setembro de 2013

O último Teorema de Fermat

A história de um homem que enfrentou mais de 300 anos de desenvolvimento matemático, desafiou grandes nomes da história da matemática para alcançar seu sonhos de infância...






domingo, 8 de setembro de 2013

A solidão que nos cerca

                Uma antiga história que um dia me contaram diz que dentro de cada um de nós existe um lobo
bom e um lobo mau lutando para dominar o nosso ser. Porém, é preciso que alimentemos um dos dois lobos, aquele que for mais alimentado vencerá o duelo e tomará conta do nosso ser. Apesar de parecer algo desesperador por estarmos sempre correndo o risco de alimentarmos o lobo errado, é isso que nos mantém vivos e ativos; é esse constante conflito interno que nos faz questionar e buscar coisas novas, porque esses lobos tem fome de novidade, de conhecimento, de pensamento e de ideias.
                Acontece que às vezes um terceiro fator aparece nesse duelo, deixa de ser apenas o lobo bom e o lobo mau, a solidão que nos cerca. Esse terceiro elemento, pouco falado, pouco discutido, às vezes, costuma estarem ao redor do duelo entre os dois lobos e não notamos isso. Ocorre que na vida estamos expostos a diversos ambientes e alguns deles nos distraem tanto com outros sentimentos que nos esquecemos de alimentar os lobos. É nesse momento que a escuridão da solidão se fortalece e cobre como uma névoa o campo de batalha entre os dois lobos.
                Imagine uma guerra sendo travada em um campo de batalha totalmente escuro, difícil de imaginar? Agora imagine que você tem que alimentar os dois exércitos na escuridão, mais difícil ainda? É dessa forma que a solidão nos controla, cria uma névoa entre os dois lobos e não sabemos qual estamos alimentado, acaba que muitas vezes não estamos alimentando nenhum dos dois lobos e eles começam a morrer sem poder lutar.
                A ausência desse combate intenso traz danos drásticos para a nossa vida, porque deixamos de absorver aquela energia gerada pela luta entre as duas entidades que disputam o nosso controle. Passamos a nos enfraquecer, porque quando um dos lobos tenta lutar, acaba se ferindo ou nos ferindo, então começamos a morrer.
                Não quero dizer que estamos parando de respirar e que nosso coração está parando, estou querendo dizer que deixamos de sonhar e isso vai nos matando internamente. A névoa que impede a luta começa nos cegar e perdemos a noção de quem está ao nosso lado e de quais são nossos sonhos, vamos atraindo tristeza, ódio e rancor para dentro do nosso simples e frágil corpo humano.
                Porém, dentro do nosso frágil corpo ainda existe uma esperança. Uma flor que timidamente vai brotando no meio do campo de batalha entre os lobos. Quem plantou essa flor? Nós mesmos... os nossos sonhos, por mais danificados que estejam deixam essa semente. E às vezes nem só nós mesmos que plantamos essa flor, não conseguimos enxergar, mas ao nosso redor sempre tem aquelas pessoas, que por mais frágeis que sejam, por mais imperfeitas que sejam, tentam plantar essa flor, e, por incrível que pareça, lutam para manter essa simples flor. É claro que não conseguimos enxergar isso, a solidão já nos cegou, porém aquelas pessoas que ajudaram a plantar a plantinha continua regando-a. Pouco importa para elas a dor que vão sofrer ao tentar fazer isso, pouco importa para elas as patadas que irão receber da solidão alheia, pouco importa... o que importa é o que elas acreditam, porque acreditam que são capazes de manter viva essa luz dentro do outro.

                Você não vai enxergar essa flor agora, mas acredite em mim, ela está lá. Digo isso, me expondo ao erro, porque sei que existem pessoas lutando para que essa ideia seja verdadeira. Talvez não seja verdadeira, mas por que não deixar essa pessoa tentar? Afinal, estamos cobertos pela tristeza, pela fraqueza, deixemos que o outro tente nos reerguer. Sei que essa outra pessoa também tem suas lutas internas, mas talvez ela tenha um motivo especial para também querer lutar por outra pessoa, talvez tudo possa ser resumido em uma única palavra... AMOR!



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

sábado, 17 de agosto de 2013

Nunca desista do seu sonho

                Esse texto vai parecer apenas mais um texto como todos os outros que falam sobre a experiência de um aluno no terceiro ano do ensino médio, contudo ainda sim quero compartilhar essa minha pequena história com todos.
                Acho que uma das maiores dúvidas que cercam os alunos do terceiro ano é se eles vão conseguir passar no curso sonhado na universidade sonhada. Esse medo gruda na mente de um vestibulando de tal forma que é capaz até de desmotiva-lo. Alguns, porém, conseguem a façanha de tirar forças daquele sonho, que muitos consideram impossível e é.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Estranhos habitantes no sonho...

04:00  

          Preparo-me para dormir, o cansaço é grande e procuro a posição mais confortável na rede. Na minha mente só surgem bons pensamentos e o vento gelado da madrugada mantinha o ambiente tranquilo. Não demora muito e caio no sono. Não lembro bem do que aconteceu, mas rapidamente estava sonhando e eu sabia que aquilo era um sonho. Foi um momento de lucidez muito rápido, o suficiente para perceber que tinha sido um pesadelo e sair dele.
                Abro os olhos e vejo o ambiente ao meu redor, parece não ter passado nem cinco minutos desde o instante que fechei os olhos pela primeira vez. Por um momento me recuso a dormir novamente por causa do pesadelo, sabia que ia tê-lo novamente, mas o cansaço falou mais alto e fechei os olhos.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Mensagem - Cícero Nunes

Quando o carteiro chegou,
E o meu nome gritou,
Com uma carta na mão.
Ante surpresa tão rude,
Nem sei como pude
Chegar ao portão.
Vendo o envelope bonito,
E no subscrito eu reconheci,
A mesma caligrafia, que um dia me disse:
Estou farto de ti.
Porém não tive coragem
De abrir a mensagem
Porque na incerteza, eu meditava e dizia,
Será de alegria ?
Será de tristeza ?
Tanta verdade risonha
Ou mentira tristonha, uma carta nos traz
Assim pensando rasguei, sua carta
E queimei, para não sofrer mais.